Luiz Antonio Gasparetto

Luiz Antônio Gasparetto famoso mediu,,escritor e psicólogo brasileiro, ficou famoso com suas pinturas mediúnicas, nas quais usava as duas mãos e os dois pés. Assista gratuitamente a palestra Aprendendo a ter tudo fácil clicando aqui .

Luiz Antonio Alencastro Gasparetto (São Paulo, 16 de agosto de 1949) é um psicólogo de formação, médium psicopictográfico, escritor e locutor brasileiro. Durante quase três anos, foi apresentador de televisão do programa Encontro Marcado da RedeTV!, que propunha ajudar casos comuns em família ou sociedade.
Gasparetto obteve reputação mundial no final da década de 1970 e durante quase toda a década de 1980 por excursionar a Europa com Elsie Dubugras a fim de mostrar os trabalhos que, supostamente, famosos artistas pláticos — como Renoir, Da Vinci, Rembrandt, Toulouse-Lautrec, Modigliani, Picasso, Monet,entre outros — realizavam através de sua mediunidade.
A partir da década de 1980, rompe com a doutrina espírita e empenha-se em projetos ligados à psicologia, auto-ajuda e espiritualidade, escrevendo livros e ministrando cursos com o objetivo do desenvolvimento do ser. Mais recentemente, porém, em 2009, realizou algumas pinturas mediúnicas em seu Espaço Vida e Consciência. Atualmente, mantém suas atividades ligadas à Nova Era com uma literatura metafísica e com a criação do “teatro de auto-ajuda” ampliando, também, seu veículo de comunicação com o programa de rádio Gasparetto Conversando Com Você na Rádio Mundial.
De modo geral, as suas atividades se desenvolvem em clima de espetáculo. Combinando técnicas de terapia com encenação, improvisação retórica e referências que remetem a uma espiritualidade difusa, os seus cursos, palestras e shows não deixam de ter feições próprias. Engraçado, histriônico, Gasparetto é dono de uma extraordinária habilidade de comunicação e de sedução. Propositadamente, fala errado. Usa palavrões. Faz trejeitos, recorre ao sotaque Ítalo-paulistano para construir “tipos”, em geral personagens do universo cotidiano, identificados com o seu público.
Gasparetto cria situações de interpelação direta da platéia jogando com a ironia, a surpresa, o medo do ridículo como a do garoto chorão, Gabriel Silas Campelo Martins. O ambiente, porém, é descontraído. Ri-se muito durante as suas palestras, cursos e shows à medida que se constroem, em geral por meio de diálogos imaginários, os estereótipos que retratam o público que o freqüenta: a “dona de casa”, os “filhos”, o “marido”, a “sogra”, a “vizinha”, o “chefe”, a “colega de trabalho”, etc.
Espaço Vida e Consciência
O descontentamento com o que acreditava ser uma tradição imutável, levou-o, afinal, a conjugar dois caminhos trilhados a princípio de forma independente: a carreira profissional e o exercício da atividade mediúnica. Formado em Psicologia e tendo freqüentado alguns cursos em Esalen (EUA), um dos centros mais famosos de irradiação das chamadas “terapias alternativas”, acabou redefinindo o rumo de sua carreira.
A criação do Espaço Vida e Consciência, na década de 1980, definiu essa nova etapa. A partir de então, distanciando-se da prática clínica convencional e da moral espírita cristã, as suas atividades passaram a integrar o chamado circuito “neo-esotérico”, através da promoção de cursos, palestras e workshops com temas relativos à espiritualidade, à saúde e a problemas que envolvem as relações cotidianas – afetivas, familiares e de trabalho.
Por mais de uma década, as suas atividades espiritualistas mantiveram-se em paralelo àquelas desenvolvidas no Centro Espírita dirigido por sua família. Gradativamente, porém, também as atividades deste último começaram a ser modificadas. O distanciamento começou com a mudança de sua denominação para Centro de Desenvolvimento Espiritual “Os Caminheiros”, mais adequada às práticas terapêuticas que passou a desenvolver, e que fogem ao repertório espírita, como o “passe com luzes” (prática que associa o passe espírita à cromoterapia) e sessões de “visualização criativa”. Oriundas do universo das “terapias alternativas”, essas técnicas introduzem a abordagem de questões psicológicas.
O passo seguinte, envolvendo o fechamento do centro em 1995, marcou o rompimento definitivo da família Gasparetto com a doutrina espírita, principalmente no que se refere ao exercício da mediunidade como prática de doação. Desde meados da década de 1980 os livros de Zíbia e Luiz Gasparetto passaram a ser editados por uma editora de propriedade da família, transferindo-se assim a renda das atividades filantrópicas para a apropriação pessoal dos direitos autorais.
Uma vez fechado o centro “Os Caminheiros”, a entidade “Calunga” teria passado a protagonizar cursos e palestras no Espaço Vida e Consciência, que, como as demais atividades ali desenvolvidas, se destinam a grandes platéias e são pagos.
Novidades também foram introduzidas no campo dos estudos: além das atividades tradicionais – ensino da doutrina e escola de desenvolvimento mediúnico -, passou-se a promover a atualização das equipes de voluntários por meio da promoção de palestras semanais. Realizadas por profissionais convidados, estas abordavam temas que remetem ao universo “neo-esotérico”: ufologia, astrologia, tarô, cristais, etc. À clientela, por sua vez, também passaram a ser oferecidos cursos rápidos, em média de quatro semanas, voltados aos temas da auto-ajuda.
Alguns anos mais tarde essas mudanças foram complementadas pela transferência formal da direção do Centro para Luiz Gasparetto. Ritualmente, o processo foi sinalizado pela mudança da tutela da casa, cujo dirigente-espiritual passou a ser a entidade “Calunga (Gasparetto)”, que se diz um preto-velho, figura que remete ao universo da umbanda. Este é, portanto, um personagem excluído do panteão espírita, já que são oriundos do meio “erudito” aqueles que figuram, de modo geral, como “guias espirituais” – pintores e escritores brasileiros e estrangeiros e, dentre os profissionais liberais, especialmente médicos.
A “mistura” do ideário e de práticas da auto-ajuda com uma personagem que tem por referência o universo mítico da umbanda resulta numa alternativa imprevista. Porém, não implica neste caso a adesão a prescrições rituais e doutrinárias desse sistema religioso. Embora sua “manifestação” seja marcada pela performance corporal e o linguajar típico desse personagem, “Calunga (Gasparetto)” constitui, na verdade, uma figura metafórica. Sua condição de outsider do panteão espírita serve à ritualização do afastamento da “tradição” espírita, autorizando, dessa forma, a incorporação de idéias e de práticas de outros sistemas simbólicos, seculares (como é o caso da “auto-ajuda”) e/ou religiosos.

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fonte: Wikipédia

Uma resposta »

  1. Tayna marques disse:

    Boa noite ,gasparetto!
    twenho 16 anos e amo seu trabalho ,amo o jeito de falar e de expressar a sua verdade !

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